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10 empreendimentos promissores para você que pensa em abrir o próprio negócio

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Vou listar dez opções de negócios promissores que merecem sua atenção – lembrando que você deve conhecer bem o público alvo ao qual pretende atingir – não adianta investir tempo e dinheiro em um negócio que não tem consumidores.

1 – Salões de beleza – esse segmento de mercado ainda é um dos que mantém certa estabilidade em tempos de crise. O empreendedor deve se diferenciar dos concorrentes. Uma dica que deixo é oferecer serviços de estética capilar, design de sobrancelhas para mulheres e homens, depilação, manicure e pedicure.

2 – Centro de saúde/clínica – Se você tem o privilégio de poder investir muito em um negócio, este certamente é uma ótima opção já que o Sistema Único de Saúde (SUS) deixa muito a desejar. Um dica que deixo: Crie uma clínica especializada em determinados segmentos ou generalista, mas mantenha o foco nos preços acessíveis à população e na rapidez do atendimento e realização de exames.

3 – Alimentos congelados – Muitas pessoas não tem muito tempo para se dedicar à cozinha ou não tem intimidade com as panelas e isso representa uma ótima oportunidade de negócio, em especial, aos alimentos congelados. Dica: Já existem métodos de descongelamento que garantem o sabor do alimento e a não perdem os nutrientes.

4 – Farmácia – Neste segmento, são comercializados produtos de primeira necessidade com demanda o ano inteiro.

5 – Agências de marketing digital – As mídias sociais ganharam um espaço que antes era ocupado por jornais, revistas, rádio e tv. Um portal de notícias, por exemplo, pode ter grande audiência e comportar spots de áudios, matérias jornalísticas, fotos e vídeos – A agência de marketing é o elo entre a empresa e os veículos de comunicação – Portais de informação, blogs, Facebook, Youtube, Twitter, Instagram etc. Dica que deixo: A equipe deve ser especializada e competente para atuar neste segmento.

6 – Lojas virtuais – As lojas virtuais são ótimas opções de negócio. Dica que deixo: Escolha um nicho de mercado que ainda seja pouco explorado ou que os grandes player ainda não tem “abocanhado”. Preocupe-se em ter uma boa plataforma de e-commerce, um bom plano de marketing e divulgação – busque vender seus produtos nas grandes lojas da internet por meio do “market place”.

7 – Petshop e venda de produtos de petshop pela internet – Inúmeras pessoas são apaixonadas por seus bichinhos de estimação e estão dispostas a gastar um bom dinheiro para vê-los “bonitinhos”. Investir em um petshop é um ótimo negócio e uma dica que deixo é investir nas vendas via Internet.

8 – Academia ou centro fitness – As pessoas buscam muito mais que aparelhos de musculação e sim, uma experiência diferenciada no atendimento, que deve ser personalizado. Dica: Invista em academia com nicho de mercado focados  – Exemplo: academia para mulheres, academia para pessoas da terceira idade, academia especializada em redução de peso com prática de exercícios e dietas repassadas por nutricionistas etc.

9 – Assistência técnica para smartphones – Esse segmento de mercado “explodiu” nos últimos anos e muitas pessoas investem em aparelhos caros como Samsung Galaxy S7, S8, Galaxy Note 4, 5 e os Iphones 6, 6s e 7, que acabam apresentando problemas e o reparo ainda é uma opção à compra de um novo dispositivo.

10 – Loja virtual de aluguel de roupas – Essa prática já é bem comum no mundo off-line, mas vem ganhando força no universo on-line. Vai a alguma festa e precisa de um vestido ou de um terno estiloso? O investimento com a compra pode ser desnecessário, já que não são vestimentas utilizadas em casos esporádicos e o ideal é o aluguel.

Gostou dessas dicas? então compartilhe com os seus amigos.

Paulo Braga
Paulo Braga

Paulo Braga é consultor de marketing, jornalista e administrador de empresas.

Como a tecnologia implacável quase nocauteou minha empresa

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Os avanços tecnológicos são implacáveis quando o assunto é revolucionar a forma de viver das pessoas. Profissões e profissionais são a linha de frente que mais sentem os impactos destes avanços constantes da tecnologia.

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Vou citar alguns exemplos de profissionais que muitos não sabem que já existiram:

1 – Armadores de pino de boliche – antigamente, a cada derrubada de pinos, alguns jovens tinham que correr para colocá-los em pé antes de uma nova jogada. Atualmente, um dispositivo instalado na pista, trata de realinhar os pinos automaticamente.

2 – Acenderes de lâmpadas de querosene nas cidades – Até a invenção da luz elétrica e o seu uso na iluminação pública, uma figura era essencial para a iluminação das ruas, que contavam com lâmpadas a querosene. Atualmente, os postes de iluminação pública se acendem automaticamente após um sensor identificar a falta de luz. Já pensou a quantidade de ‘acendedores de lâmpadas’ que a cidade de São Paulo demandaria atualmente?

3 – Despertadores humanos – Até parece piada, mas a profissão de despertador humano já existiu e tratava de acordar as pessoas que os contratava para que não se atrasasse para o trabalho. Atualmente, o smartphone é um dos despertadores mais utilizados.

Fundei minha empresa aos 20 anos de idade, em 2002. Fui um dos propulsores do jornalismo digital e do entretenimento via internet na região do Triângulo Mineiro – uma região muito rica – , porém, muito agrícola.

A quebra de paradigmas foi um dos maiores desafios e fazer com que as pessoas buscassem algo na internet ‘discada’ ainda era um desafio. A grande sacada foi fazer com que as pessoas se identificassem e demos início a uma cobertura de eventos e ampla publicação de fotos digitais. Em 2002, uma câmera digital ainda era muito cara e tive que desembolsar alguns salários para comprar uma câmera de apenas 2MP.

Minha empresa deslanchou com a publicação dos eventos e logo já éramos referência na região. A empresa se mantinha com a venda das fotos – impressas – e também com publicidade.

Empreendedores de dezenas de cidades vizinhas também queriam um portal daqueles, e foi aí que começamos o rentável trabalho de webdesing.

Com os lucros, pude investir em mais conhecimento e paguei minha faculdade sozinho. Investia em marketing e parecia que nada da impediria de ganharmos o Brasil. De fato, isso começou a ocorrer e minha empresa começou a prestar serviços de webdesign e hosting para clientes em várias partes do país.

A evolução fez com que as câmeras digitais ficassem mais populares, mais potentes e muito mais baratas e as pessoas começaram a levar suas câmeras digitais aos eventos e fazer suas próprias selfies (termo que ainda não existia). Neste momento, a receita com a venda de fotos impressas caiu drasticamente e a situação ficou crítica quando o Orkut chegou com força total.

O Orkut – que Deus o tenha – foi um grande revolucionário e trouxe um gosto azedo à minha equipe quando as pessoas começaram a publicar suas próprias fotos nos álbuns particulares e nosso trabalho de cobertura de eventos passou a ser apenas um produto sem grande expressão. As fotos que fazíamos nos eventos eram amplamente divulgadas no Orkut pelos usuários e não recebíamos nada por isso. Mas como é possível fazer uma boa limonada com um limão tão azedo, vimos que a marca ficava cada vez mais forte com divulgação das fotos na ampla rede do Orkut.

Depois de estudar as grandes deficiências do mercado on-line, que ainda engatinhavam no Brasil, criei a primeira empresas de e-commerce quando ainda estava na faculdade. Aproveitei para vender muitas câmeras digitais para amigos, colegas e novos clientes.

Em 2006, o Facebook já dava indícios de se tornar uma rede social imbatível e comecei a analisar aquele cenário. A receita com a venda de fotografias passou a ser simbólica e os custos para manter as coberturas de eventos começou a causar uma grande dor de cabeça. Sempre atento aos números, vi que a audiência do portal começava a declinar e começamos a financiar o departamento de jornalismo com recursos oriundos da prestação de serviço de webdesing e hosting.

Minha empresa investia cada vez mais na produção de conteúdo, remando contra a maré, já que os jornais impressos ainda tinha muita força. Mantivemos o departamento de coberturas digitais de eventos até o final de 2010 e colocamos um ponto final na cobertura fotográfica de eventos, me distanciando do entretenimento.

Em 2011, decidi mudar o nome e marca do portal – que tinha caráter local – para um produto com aspecto global. Surgiu então o jornal e portal ‘TUDO EM DIA’. Neste mesmo ano, queria que as pessoas tivessem a oportunidade de comprar produtos mais baratos em uma loja física e montei a unidade no centro de uma cidade do interior.

Confesso que em meados de 2011 tive vontade de arrancar os cabelos ao ver que a audiência caia drasticamente e as pessoas lamentavam a ‘desconexão’ que tiveram com a antiga marca. Mas enxergava que o futuro era global e mantive a marca ‘TUDO EM DIA’.

Utilizava o jornal como uma ferramenta para vender os produtos da loja on-line e da loja física, mas foi nesta época que cometi um dos mais graves erros da minha carreira – apliquei a política de baixo custo que tinha na loja on-line à loja física.

O Facebook se tornou um ‘gigante’ e vimos nossos clientes abandonando os sites que estavam hospedados conosco para criar suas páginas pessoais na rede social – mas uma vez sentia o golpe da tecnologia no bolso.

O departamento de jornalismo gerava prejuízos densos, mesmo com uma audiência crescente.

Sempre fui um apaixonado pelo marketing, mas o jornalismo ganhava cada vez mais espaço na minha vida e busquei formação para atuar como jornalista profissional.

O portal tudoemdia.com contava com uma audiência notável para a época e inúmeros concorrentes começaram a aparecer na região do Triângulo Mineiro e alguns começaram a plagiar o conteúdo que produzíamos.

Em 2012, foi contratado para cuidar do marketing/jornalismo de uma campanha eleitoral para prefeito. Foi uma grande campanha, mas meu candidato acabou derrotado nas urnas.

Um outro avanço – agora no segmento de e-commerce, dava início a outra revolução dentro da minha empresa. Grandes player começaram a invadir a Internet e já não tínhamos fôlego para competir e nem capital para manter as operações – decidi demitir os funcionários fechar a empresa de e-commerce e a loja física em 31 de janeiro de 2013 às 18h00.

Foi o golpe mais forte que havia recebido até então.

Sacodi a poeira, parei de lamber as feridas e fui fazer o que mais gostava – marketing e jornalismo.

Aprendi e continuo a aprender diariamente que a evolução tecnológica é implacável e não permite titubear nas decisões – você tem mais chances de vencer se tiver visão para o futuro e capital de giro para suportar os momentos de turbulência.

O jornalismo ainda não é lucrativo. O  marketing em tempos de crise – crise essa que parece ter comprado uma unidade do ‘minha casa minha vida’ e vindo morar no Brasil – está patinando atrás do Google e do Facebook, que hoje são os maiores players de publicidade digital do planeta.

Mas quer saber de uma coisa, AMO O QUE FAÇO! E se tem algo que eu posso dizer com certeza, é que minha vida profissional não temo marasmo até hoje.

Paulo Braga é administrador de empresas, jornalista e pós-graduado em comunicação emarketing. Fã das séries House Of Cards, Lost e Westworld e apaixonado pelas canções de O Teatro Mágico, Maria Bethânia, Capital Inicial e Legião Urbana.

Vale a pena abrir uma empresa enquadrada no MEI? Saiba algumas vantagens e desvantagens

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O vídeo acima é um pequeno apanhado sobre a complexa pergunta – Vale a pena abrir uma empresa enquadrada no MEI?

6 Vantagens de ser um MEI: 

  1. Possibilidade de comprar e vender legalmente em todo o território nacional, já que conta com o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica);
  2. Poderá abrir conta bancária, conseguir empréstimos;
  3. Aposentadoria para o sócio, salário maternidade, auxilio doença;
  4. Poderá vender para o governo (Municipal, Estadual, Federal);
  5. Custo baixo para manutenção mensal;
  6. Não precisa de contador nem para abrir ou manter a empresa;

4 Desvantagens de ser um MEI: 

  1. Seu patrimônio pessoal responde por quaisquer dívidas da empresa. Exemplo: Digamos que você tenha adquirido um capital de giro no banco e não consegue quitar essa dívida – o banco pode impetrar ação de cobrança judicial e seus bens serão bloqueados (contas bancárias, veículos, imóveis, e etc);
  2. Compras limitadas. Essa questão não fica muito clara no portal do empreendedor, mas se o limite de venda é R$81 mil anuais (incluindo a compra da mercadoria, despesas inclusas e seu lucro), você não poderá comprar mais que o limite de vendas ─oriento que as compras sejam limitadas a um valor de 70% do limite de vendas.
  3. MEI não pode receber seguro desemprego.
  4. MEI só pode aposentar por idade, mesmo que tenha contribuído como empregado anteriormente. O limite da aposentadoria se limita a 1 salário, mesmo que as contribuições tenham sido sobre 2, 3 ou mais salários. (FIQUE ATENTO!).

Menina de 6 anos cria roteiro de animação infantil em Capinópolis

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BRASIL – O preconceito racial e sexual nas escolas é um tema que nem sempre ganha o destaque necessário para minimizar a dor e o constrangimento dos alunos.

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Segundo o Instituto da Mulher Negra, Preconceito é uma opinião que se forma das pessoas antes de conhecê-las. “É um julgamento apressado, superficial e muito perigoso”.

Em uma nova animação infantil, o personagem ‘Bululu’ aborda o tema de uma forma clara, focando a aceitação e o respeito às diferenças.

O roteiro foi desenvolvido por Ananda Braga, de 6 anos e adaptada pela mãe, Lívia Reis. Ananda é aluna da Escola Municipal Higino Guerra, em Capinópolis e ficou bastante envolvida com o projeto – a garotinha ainda faz a narração da história, utilizando uma linguagem simples e objetiva.

Ananda Braga / foto: Tudo Em Dia

Quando a animação da história infantil foi concluída, Ananda apontou a cena que mais a emocionou – “foi triste ver o Pintinho Azul chorando na escola”, disse.

Segundo o IBGE, os negros (pretos e pardos) eram a maioria da população brasileira em 2014, representando 53,6% da população.

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação, e a Unesco, publicaram um estudo feito há dez anos, apontando que as escolas brasileiras não estão atentas para as práticas sutis de racismo existentes entre alunos e professores, prejudicando, assim, o desenvolvimento educacional e social de crianças e jovens negros.

O projeto infantil ‘Bululu’ tem o apoio cultural e financiamento do Jornal Tudo Em Dia e é desenvolvido para crianças de 0 a 6 anos.